Aventurar-se nos mágicos caminhos da palavra encantada, abrindo o coração à visão do invisível, ao gesto da escuta, ao olhar que se maravilha, ao pensamento mágico e imaginativo, ao universo brincante, à diversidade cultural dos povos é o convite deste projeto de trabalho e vida.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Aventuras de Uma Sacióloga

Esta é Dona Maria Encarnada, emérita caça-saci e doutora sacióloga. Segundo ela os sacis estão na maior festa , pois dia 30 está chegando. E neste dia em que são festejados, fazem a maior farra! Tomem cuidado, pois as travessuras aumentam!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Quais?
As mais conhecidas tipo, rezar o milho, enrolar as linhas, jogar alfinetes no chão, comer os quitutes da cozinha, dar nó na crina dos cavalos, colocar pólvora no cachimbo.....
Mas nestes tempos modernos, andei sabendo que estão inventando outras diabruras ou sacizadas, como queiram: andam, por exemplo, dando "tilt" nos computadores, embaralhando as linhas telefônicas, dando pane nos faróis, ou semáforos...
Agora pouco acabou de aparecer um aqui no meu quintal. Dando uma risada marota, me aplicou uma rasteira e avisou que dia 30 chegam todos em comboio. Se preparem!


segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Histórias e Sabores - agradecimentos

Foi bem gostosa a apresentação de Histórias e Sabores.
Simpáticas senhoras, o Ari e o amigo Flávio, honraram-me com sua presença. Obrigada! Obrigada também a Aglaia que fez as comidas deliciosas: canja de galinha, bolinho de arroz com molho de curry e acompanhamento de agrião e rabanate. (mousse ou musse ?) de limão. Obrigada a Aninha Porto que está sempre ao meu lado, ora fazendo a luz, ora ajudando no serviço da cena. E obrigada a todos da Paidéia que estão oferecendo o espaço e sempre me aconchegando e apoiando.
Quem ficou com água na boca, saiba que no dia 08 de dezembro tem outro Histórias e Sabores. Os contos serão de natal e os quitutes também. Agendem-se

Carinho,
Tininha

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Em minha infância vivia mergulhada no mundo de faz de conta. Brincar, dançar, ler e ouvir os contos de fadas, eram minha alegria e meu alimento. Na adolescência, já me encaminhei para o teatro amador. Num desvio pela faculade de arquiteutura ( incompleta ), me transferi e formei em artes cênicas na Unb. Nesta cidade de belo céu e lindo pôr de sol, atuei profissionalmente em teatro adulto e infantil; dei aulas de teatro e arte corporal, na faculdade de Artes, cursos e festivais; trabalhei em projetos de referenciamento da cultura brasileira e de interação cultura -educação na Fundação Nacional pró- Memória. De volta a São paulo cursei especialização em Teatro e Dança na Eca -Usp; fiz aulas de dança e consciência corporal em várias técnicas, dei aulas de dança e trabalhos corporais para o ator; trabalhei no laboratório de redação do museu Lasar Segall. Em 1993, integrando os interesses pela arte, teatro, cultura, educação, memória, fiz meu primeiro repertório -solo de histórias. Desde então, encontrando a vocação de minha alma , sigo a trilha dos bardos, aedos, rapsodos, griots, tramando na urdidura de nosso tempo presente as belas narrativas milenares dos povos da terra. Espetáculos, para crianças, jovens adultos; cursos e palestras são realizados em empresas, entidades culturais, educacionais, de saude, lazer, ongs, creches, escolas, faculdades, residências, teatros... e onde quer que sejam acolhidos.

sexta-feira, 6 de julho de 2007

partir ou ficar?

Tão antiga a história de Bábuscka, ou da Beffana, que é praticamente a mesma personagem, ainda toca nosso coração tendo muito a nos dizer. Cada vez mais, aliás! Pois, cada vez mais a pressa, a falta de tempo, a correria, parece nos tirar do Caminho
Nas duas personagens, uma da Rússia e outra da Itália, a mesma questão se coloca: abandono meus deveres, meu serviço, minhas tarefas cotidianas, tais como lavar, passar, limpar e vou saudar o Menino prometido? Ou fico e primeiro desocupo-me de minhas tarefas?
Optando pelo dever cotidiano, ambas se atrasam, ou como se diz, “perdem o bonde”.
E tal dilema, não se aplica somente à questão colocada na histórias das duas camponesas: tudo largar para saudar o Menino Divino.
O “Menino”, pode ser este chamado maior que em certos instantes de sua vida, cada um pode se deparar. Este impulso, esta força que convida a seguir ao encontro da sua Essência, de seu Eu, Dom, Alma.... Chamado, a que os heróis e heroínas de tantas histórias são convidados a seguir ao encontro.
Pressa ou pausa? Obrigação com o dever corriqueiro ou compromisso com a essência?
Fixação ou ruptura? Apego ou coragem?
Ao chegar o tempo do natal e mais uma vez mergulhar na história de Bábuschka para semeá-la no mundo, estas questões tocam meu coração e ressoam em minha alma.
Se desejar navegar comigo nas aventuras desta camponesa que ressurge no natal trazendo mimos e uma mensagem dos anjos, estarei te esperando no dia oito de Dezembro, 20 horas.
Ao redor da mesa fraterna, provaremos quitutes ao som de “Quando A Estrela Ressurge”. O encontro deste “histórias e sabores” que celebra o natal é no Pátio dos Coletores de Cultura, Teatro Paidéia, que fica na Rua Darwin, 153, tel 5522, 1283.

sábado, 5 de maio de 2007

Quando a Estrela Ressurge

Amável leitor ou leitora,
"Já vem chegando o tempo do Natal, época de entregar-se à quietude do coração, de contemplar o céu estrelado e outras belezas do universo, encantando-se com o milagre que, ano após ano, se renova. Também é tempo de não se atrasar para preparar a festa em honra ao Menino do Céu."
Este é o aviso de Bábuchka, que no mês de dezembro ressurge das lonjuras do tempo, trazendo lembranças aos netos e dando notícias da Estrela que, em tempos longínqüos surgiu em sua aldeia. Os Reis também lá estiveram e a convidaram para acompanhá-los na viagem ao encontro do Bebê Divino. Será que ela foi? Você iria? Largaria de pronto sua casa e seus afazeres, colocando-se na estrada?
Para saber qual foi a atitude tomada pela camponesa nascida em terras da Rússia há bem mais de dois mil anos, venha celebrar o natal saboreando quitutes e histórias, na apresentação de:




Quando a Estrela Ressurge -


8 de dezembro - 20 horas

Pátio dos Coletores de Cultura - Teatro Paidéia

Rua Darwin, 153, 5522 1283


Tininha Calazans: textos, direção, interpretação

Mariana Porto: participação na cena e produção